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Atlético-MG é campeão brasileiro e encerra jejum de 50 anos

Publicado em 3 de dezembro de 2021

O grito de “é campeão” saiu definitivamente, a plenos pulmões, da garganta do torcedor do Atlético-MG. Depois vencer o campeonato de 1971 (o primeiro nomeado “Campeonato Brasileiro), há 50 anos, o Galo volta ao topo do futebol nacional para erguer a sonhada e tão esperada taça do Brasileirão.

Torcida do Atlético-MG exibiu as faixas de campeão brasileiro, no último domingo, no Mineirão — Foto: Fernando Moreno/AGIF

Torcida do Atlético-MG exibiu as faixas de campeão brasileiro, no último domingo, no Mineirão — Foto: Fernando Moreno/AGIF,

A conquista foi concretizada nesta quinta, com a vitória sobre o Bahia, em jogo adiado da 32ª rodada da competição.

O triunfo de virada, na Fonte Nova, fez o Alvinegro chegar a 81 pontos na tabela, 11 a mais que o Flamengo, segundo colocado, que tem 70. O time carioca pode atingir, no máximo, 79 pontos, pois ainda disputa três jogos no campeonato. Clique aqui e confira a tabela atualizada da Série A 2021.

Jogadores do Atlético-MG comemoram gol — Foto: Pedro Souza/ Atlético-MG

Jogadores do Atlético-MG comemoram gol — Foto: Pedro Souza/ Atlético-MG

São números imponentes do Atlético para conquistar o Brasileiro: 25 vitórias em 36 rodadas. Apenas cinco derrotas. A equação força ofensiva e segurança defensiva foi alicerce do trabalho do técnico Cuca. O time marcou 57 gols e sofreu apenas 25.

Uma equipe sólida, mas também estruturada com grandes individualidades. A principal delas: Hulk. Depois de 16 anos no exterior, o atacante paraibano voltou ao futebol brasileiro, onde teve passagem relâmpago no começo da carreira.

A desconfiança inicial foi desmontada com gols e assistências. É o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 17 gols. É o goleador maior do Galo na temporada, com 32.

Keno comemora gol do Atlético-MG com Hulk — Foto:     Jhony Pinho/AGIF

Keno comemora gol do Atlético-MG com Hulk — Foto: Jhony Pinho/AGIF

Junto a ele, a segurança de Everson, a experiência de Mariano e Junior Alonso; a grata surpresa Nathan Silva; o alto nível de Guilherme Arana, Allan e Jair; a versatilidade de Zaracho, a categoria de Nacho Fernández, além do poder de decisão de Diego Costa e Keno. Somado a tudo isso, apoio de um grupo forte.

FONTE GLOBO ESPORTE


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