• Elcio Franco – ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde na gestão Pazuello;
  • Arthur Weintraub – ex-assessor da Presidência da República suspeito de integrar o chamado “gabinete paralelo”;
  • Carlos Wizard – empresário suspeito de integrar o chamado “gabinete paralelo”;
  • Eduardo Pazuello – ex-ministro da saúde;
  • Marcelo Queiroga – ministro da saúde;
  • Ernesto Araújo – ex-ministro das relações exteriores;
  • Fábio Wajngarten – ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro;
  • Francieli Francinato – coordenadora do PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde;
  • Hélio Angotti Neto –secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde;
  • Marcellus Campêlo – secretário de saúde do Amazonas;
  • Mayra Pinheiro – secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde;
  • Nise Yamaguchi – médica suspeita de integrar o chamado “gabinete paralelo”;
  • Paolo Zanotto – virologista suspeito de integrar o chamado “gabinete paralelo”;
  • Luciano Dias Azevedo – anestesista suspeito de integrar o chamado “gabinete paralelo”.

Os nomes foram anunciados pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), que disse que priorizou quem já prestou depoimento à CPI.

 

“Quando nós decidimos no início, coletivamente, não investigar ninguém foi exatamente para facilitar o depoimento dessas pessoas. Então, nós tomamos como critério para a definição da relação dos investigados o fato de já terem prestado depoimento a comissão parlamentar de inquérito.”

DOCUMENTOS SEM SIGILO

O vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), anunciou também que a CPI retirou o sigilo de 2.200 documentos enviados ao colegiado. Segundo ele, a maioria dos integrantes decidiu que não cabia sigilo nesses itens.

“São 1636 documentos do ministério das relações exteriores são 97 documentos do Ministério da Saúde São 445 documentos a respeito da crise de oxigênio ocorrida em Manaus e são quatro contratos da Fiocruz.”